Conheça as 9 tendências de TI para 2018

O mercado de Tecnologia da Informação (TI) se renova numa velocidade impressionante. Novos conceitos e novas ferramentas surgem o tempo todo, trazendo uma infinidade de possibilidades.

Para manter a capacidade competitiva, as organizações precisam estar alinhadas às tendências em TI. Assim, poderão concentrar seus investimentos na área de forma mais eficaz.

 

 

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O objetivo deste post é apresentar as inovações tecnológicas que devem trazer maior impacto no próximo ano. Além de compreender os conceitos de cada novidade, você saberá como elas podem beneficiar as empresas no futuro. Venha com a gente!

 

1. Inteligência artificial (IA)

Os sistemas capazes de aprender e se adaptar a novas situações devem ser um dos principais focos de desenvolvimento nos próximos anos. Eles são, afinal, a base de várias outras tecnologias. A IA deve ser aperfeiçoada para oferecer cada vez mais autonomia nas tomadas de decisão.

As empresas certamente a adotarão para reinventar seus modelos de negócio, bem com integrar elementos de ciência de dados, programação e gestão de negócios. Daqui para a frente, dificilmente uma aplicação poderá existir sem a IA. Ela será útil, por exemplo, para melhorar a experiência dos consumidores com sistemas de autoatendimento. 

 

2. Análises inteligentes

As aplicações inteligentes se tornarão ferramentas essenciais para a gestão, pois serão capazes de automatizar coleta, consolidação e análise de dados. Elas poderão identificar relações e alertar sobre pontos de vista que passariam despercebidos por seres humanos. Com isso, haverá uma interação mais avançada entre usuários e máquinas.

Sem dúvida, uma função como essa pode provocar uma revolução na estrutura do trabalho. Deve existir o cuidado de utilizar a tecnologia de análise ampliada como complemento da capacidade humana, não como substituto. 

 

3. Internet das coisas (Internet of Things - IoT)

Os objetos físicos já não seguirão apenas modelos fixos de programação. Eles poderão utilizar a conexão com a rede para melhorar seu próprio funcionamento e aperfeiçoar sua interação com usuários e ambientes. Essa tecnologia está em aperfeiçoamento para ser utilizada em drones, carros autônomos e robôs com funções variadas.

A expectativa é de que os veículos autônomos comecem a transitar em estradas bem controladas nos próximos cinco anos, aumentando a eficiência na área de logística. Inicialmente, eles terão sistemas híbridos, nos quais ainda existirá um condutor humano pronto para agir em caso de imprevistos.  

 

4. Computação em nuvem (cloud computing)

A computação em nuvem já é realidade e seu uso deve se intensificar nos próximos anos. As plataformas que a aplicam permitem executar serviços altamente complexos com controle centralizado.

Para as empresas, isso significa ganhos de desempenho para as aplicações e maior segurança de dados, que ficam livres das vulnerabilidades existentes em equipamentos pessoais.

Além disso, os softwares corporativos em nuvem reduzem custos, pois permitem gerenciar a quantidade de recursos utilizados. Dessa forma, fica mais fácil estimar os gastos com TI

 

5. Computação nas extremidades (edge computing)

Essa metodologia leva a computação para os extremos das redes, ou seja, a coleta, o processamento e a distribuição de informações ocorrem nas extremidades da estrutura. Num primeiro olhar, tem-se a impressão de que esse conceito é totalmente inverso ao da computação em nuvem, que fala sobre centralização dos serviços, mas eles são, na verdade, complementares.

Enquanto a cloud computing sustenta um modelo orientado para serviços e centraliza sua execução, a computação nas extremidades executa as partes do processo que, de alguma maneira, são desconectadas da nuvem. A tendência é que as empresas comecem a alterar o design de suas redes para dar suporte à edge computing.

 

 

 

6. Chatbots

Os chatbots são plataformas de conversação capazes de receber perguntas dos usuários e respondê-las executando funções ou apresentando informações. Basicamente, essas plataformas são capazes de conversar com as pessoas e compreender suas intenções. O Netflix já utiliza um robô capaz de recomendar filmes em conversas do Facebook Messenger. 

Há quem diga que eles substituirão a interface dos apps que conhecemos hoje. Para isso, porém, o grande desafio é fazer que a interação com eles seja cada vez mais natural. Nos próximos anos, é possível que surjam hardwares dedicados a essa tecnologia. Ela também deve ser um dos principais aspectos dos próximos sistemas operacionais. 

Em conjunto com outras ferramentas apresentadas aqui, como as aplicações de análise inteligente e a IoT, os chatbots podem trazer ganhos de produtividade impressionantes para o ambiente de trabalho.

 

7. Blockchain

O termo blockchain se tornou mais conhecido recentemente, graças ao crescimento da moeda virtual Bitcoin. Uma das principais características dessa criptomoeda é permitir transações financeiras sem a necessidade de um sistema de registros centralizado.

Empresas e startups devem utilizar esse conceito para criar aplicações capazes de alterar paradigmas. A tecnologia pode saltar dos serviços financeiros para outras áreas, como administração pública, logística, registro de títulos e distribuição de conteúdos, entre outros.

 

8. Realidade aumentada e realidade virtual

O mercado para esse tipo de aplicação deve crescer consistentemente nos próximos anos. Os sistemas de realidades aumentada e virtual já deram uma demonstração de sua utilidade no mundo do entretenimento.

O game Pokemón Go, por exemplo, alcançou resultados surpreendentes em 2016. E a tecnologia pode ir além, servindo de base para simuladores de treinamento e criação de hologramas.

O usuário terá uma nova forma de compreender o mundo digital e interagir com ele. Para tornar o negócio viável, porém, as empresas devem compreender como essa tecnologia pode ser aplicada para aumentar a produtividade no ambiente corporativo. 

 

9. Sistemas de segurança virtual

Os ataques cibernéticos ganharam grande repercussão recentemente. Um caso marcante foi o do vírus Wannacry, que atingiu empresas e órgãos públicos em mais de 150 países e causou perda de dados e paralisação de serviços. A tecnologia também se tornou arma para sabotagem e espionagem entre diferentes nações.

Para evitar os erros que comprometem a segurança da informação, as organizações tendem a investir cada vez mais no desenvolvimento de ferramentas e políticas de proteção digital. É necessário identificar rapidamente as vulnerabilidades e integrar soluções capazes de evitar vazamentos de informações.

 

E aí, gostou deste conteúdo? Para continuar se atualizando sobre as tendências em TI, conheça as soluções de redes wireless corporativas que prometem inovar o setor em 2018.

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